quarta-feira, 21 de junho de 2017
90% dos acidentes que envolvem motos
Quase 90% dos acidentes que envolvem motos são resultado da falta de cuidado dos condutores, aponta pesquisa divulgada pelo Instituto de Ortopedia e Traumatologia (IOT) do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP. “[A principal causa] é o comportamento, a falta de perceção de risco. Conduzir uma moto tem consequências e quem paga o preço é o motociclista, que é a principal vítima. Isso ficou muito claro”, avaliou a médica Júlia Maria Greve, coordenadora da pesquisa.
Os dados mostram que, quando o acidente é causado por motociclistas, 88% ocorrem por imprudência. No caso de se tratar de automóveis, a imprudência é responsável por 84% dos acidentes. A Dra. Júlia Maria avalia que esse resultado mostra a falta de preparação de condutores em geral para enfrentar o trânsito congestionado das grandes cidades. “É preciso dar maior ênfase à questão da segurança, à condução defensiva e ao tema da utilização compartilhada das vias”, propôs.
Este estudo foi feito com base em informações de 326 vítimas atendidas em hospitais da zona oeste da cidade de São Paulo, num intervalo de três meses, e cujo resultado serve de amostra para a capital. É verdade que não estamos a tratar de dados portugueses mas ainda assim podemos ter uma ideia. Quanto à responsabilidade dos acidentes, observou-se uma relação equitativa: 49% foram provocados por motociclistas e 51% por outros condutores.
A coordenadora do trabalho chama a atenção para o facto de que 21% dos condutores estavam sob efeito de substâncias psicotrópicas no momento do acidente. Exames laboratoriais mostram que, em cada cinco feridos, um consumiu drogas ou álcool antes de conduzir.
Além dos investimentos nos aspetos humanos, que incentivem uma postura defensiva por parte dos motociclistas e demais condutores, A Dra Júlia Maria aposta em mudanças na construção das vias e melhorias nos transportes públicos. Propõe, por exemplo, restringir a passagem de motos em vias de alta velocidade e, por outro lado, dar preferência às motorizadas em vias de menor velocidade.
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fonte: circulaseguro.pt
terça-feira, 20 de junho de 2017
Se há “ambientes” onde a moto é muito útil, a cidade é provavelmente o de maior destaque. Essa utilidade reflecte-se em economia financeira e de tempo, menor stress, maior pontualidade e aumento na qualidade de vida de quem utiliza e de toda a urbe. No entanto, e para que tudo corra sobre rodas, há que ter alguns cuidados, especialmente em Portugal, onde ainda não há uma cultura generalizada de “Andar de Moto”.
De entre muitos outros, tenhamos atenção a alguns aspectos muito importantes para um dia a dia tranquilo na cidade, utilizando uma moto.
Não será de mais repetir que a “condução defensiva” é a melhor forma de evitar sustos e acidentes. Esta ideia aplica-se à condução de qualquer veículo ou andar a pé. É como prevenir doenças em vez de as tratar.
Se estamos “nos primeiros passos a Andar de Moto”, então vamos redobrar os cuidados; se já temos experiência, não facilitemos, porque o excesso de confiança é provavelmente mais perigoso do que a inexperiência. Mas se não entrarmos no “excesso de confiança”, a experiência vai dar-nos uma ajuda muito grande para circularmos tranquilos e em segurança. Com a experiência, aprendemos a conhecer a reacção e comportamentos dos outros motociclistas, automobilistas, taxistas, autocarros, ciclistas e peões. Também aprendemos a conhecer as nossas capacidades de atenção, reacção, concentração e mesmo físicas, assim como as características da nossa moto (quando utilizamos a expressão “moto”, referimo-nos aos vários tipos: com duas rodas, três rodas, scooters...).
Essa experiência, e em muitos casos vale também a adquirida na condução de automóvel, vai mostrar que é prudente ter especial atenção a:
Passadeiras
Quem anda todos os dias na cidade provavelmente já assistiu a situações de paragens bruscas nas passadeiras e quem vem atrás, muitas vezes distraído, não consegue parar e “vai batida”. Para além dos danos materiais, numa moto os danos pessoais podem ser graves. Mas também pode haver danos nos peões, porque podemos ser “empurrados” para a frente. Se houver o cuidado de ir atento e prever uma eventual paragem, temos tempo de avisar a viatura de trás e eventualmente desviar-nos do perigo. A tinta utilizada nas passadeiras também não ajuda a uma paragem brusca.
Autocarros e táxis parados na paragem ou berma
Quando vamos passar junto de um autocarro, táxis ou outro veículo, há que ter atenção a dois aspectos fundamentais.
Um tem a ver com os peões e acontece com autocarros nas paragens. Há peões que saem do autocarro, avançam pela frente deste e “lançam-se” para a estrada/rua, aparecendo de súbito pela frente do autocarro. Por isso convém ir sempre preparado para que isso aconteça. Se assim não for, temos de certeza algo de muito desagradável.
O outro aspecto tem a ver com os veículos. Vamos passar e o autocarro, táxi ou outro qualquer veículo que estava encostado, arrancou sem “dó nem piedade”. Se circularmos em automóvel, “lá vai chapa e um abanão”, se for de moto, “´lá vai chão”, com as desnecessárias consequências. A regra é simples: ir sempre a contar com o “arranque vertiginoso” do veículo parado. Se assim for, a probabilidade de “ir parar ao meio do chão” é mínima porque mantivemos uma distância lateral superior desse veículo e porque vamos preparados para travar, desviar ou acelerar, de forma a evitar o choque.
Semáforos
Relativamente aos semáforos, há que ter um procedimento idêntico às situações anteriores, isto é, antes de passar verificar bem se não vem nenhum veículo que tenha passado no chamado “verde tinto”. Como todos sabemos, há sempre quem passe “a queimar” e uma “pancada” lateral não é com certeza agradável.
Idosos, crianças e outros peões
Na mesma linha das precauções anteriores, há que ter muita atenção aos peões. O seu comportamento é, por vezes, muito imprevisível.
fonte: andardemoto.pt
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sexta-feira, 16 de junho de 2017
Segurança com a sua BICICLETA
Algumas regras de segurança a ter em conta quando anda com a sua bicicleta.
1-Iluminação
Nem sempre lembradas como item de segurança, as luzes da bicicleta têm papel essencial. Afinal, é muito mais importante evitar uma situação de risco do que se preparar para sobreviver a ela.Para poderem ter tempo de reacção e desviar-se com segurança, os motoristas precisam vê-lo.
E, à noite, quem está numa bicicleta é ainda menos visto por quem está a conduzir. Os refletivos, que a lei obriga a virem com as bicicletas, são de pouca ajuda. Use sempre luz branca na frente e vermelha atrás, para os motoristas saberem rapidamente se você está indo ou vindo.
A luz deve ser intermitente, pois a intensidade luminosa das lanternas de bicicleta não é suficiente para se destacar com segurança quando acesas no modo ininterrupto. A luz intermitente atrai muito mais a atenção do motorista – e é exactamente esse o objectivo.
2-Capacete
A condução segura da bicicleta tem um potencial de protegê-lo muito
maior que o simples uso do capacete, principalmente se você não pretende
fazer manobras arriscadas ou abusar da velocidade. É comum associarmos o
uso da bicicleta com desporto radical ou atividade de risco, mas pedalar
de forma consciente e sem abusos oferece tanto risco quanto atravessar a
rua com cuidado.Claro que um capacete diminui a chance de traumatismo craniano, assim como uma joelheira diminuiria a chance de machucar os joelhos (e isso tanto para ciclistas quanto para pedestres que caminham em calçadas mal conservadas). Mas tenha em mente que ele não lhe protegerá dos carros, apenas de você mesmo. Pedale com atenção e cuidado, para não precisar colocá-lo à prova.
3-Luvas e óculos
Não são imprescindíveis, mas convém usar. As luvas são importantes por dois motivos. O primeiro é que a pele pode ficar irritada pelo apoio contínuo na manopla; o outro é que, se você cair, tentará parar a queda com a mão, esfolando toda a palma se estiver sem luvas. No frio, as luvas “fechadas” (de dedo inteiro) tornam-se importantes para suas mãos não enrijecerem com o vento gelado, o que pode até atrapalhar na hora de travar. Já os óculos oferecem uma proteção importante contra poeira e outras partículas que podem entrar nos seus olhos com o vento, bloqueando sua visão temporariamente, o que pode criar uma situação desagradável e até perigosa.
4-Contramão não
Há várias razões para pedalar na mão correta e todas elas visam sua segurança.Um peão que vai atravessar a rua só olha para o lado de onde os carros vêm. Um carro que vai entrar em uma rua, ou sair de uma garagem ou vaga de estacionamento, também. Eles não esperam encontrar uma bicicleta vindo na contramão. Um carro fazendo uma curva à direita também não espera uma bicicleta na direção contrária, ainda mais no lado de dentro da curva. Um motorista que estacionou e vai abrir a porta, olhará só no retrovisor para ver se pode abri-la, sem ter motivos para olhar para a frente.
A velocidade em que você se aproxima de um carro é muito maior se você estiver na contramão, por ser a soma das velocidades dos dois veículos. Se você estiver a 20km/h e o carro a 40, você estará se aproximando dele a uma velocidade relativa de 60km/h.
O motorista terá bem menos tempo para reagir à sua presença e desviar de você, além do fato de que uma colisão nessa velocidade faz um bom estrago. Se nesse mesmo exemplo você estiver no mesmo sentido do carro, a velocidade relativa entre ambos será de apenas 20km/h: o motorista terá mais tempo para desviar e a chance de colisão diminui muito. E, numa possível colisão, o estrago será menor.
5-Afaste-se das portas
Cuidado com as portas dos carros parados. Muitos motoristas olham no retrovisor procurando o volume grande de um carro e acabam não vendo a bicicleta chegando, principalmente à noite (outro ponto a favor da iluminação intermitente). Ou o motorista olha em um ângulo que faz a bicicleta ficar em um ponto cego. E há também quem seja distraído mesmo! Tem até quem abra a porta toda de uma vez, empurrando com o pé…Por isso, fique a uma distância que seja suficiente que uma porta abrindo não te derrube. Mantenha pelo menos um metro dos carros parados, tentando imaginar até onde iria uma porta aberta. De preferência, ocupe a faixa seguinte. Nem sempre é possível perceber uma pessoa dentro de um carro parado, não se arrisque.
6-Na direita, mas nem tanto
Ande sempre pela direita. Em alguns casos pode ser melhor usar a esquerda quando a via é de mão única, mas são raras exceções. Usar a faixa da direita é mais seguro, por ser a área destinada aos veículos em menor velocidade.Não se posicione muito no canto, senão os carros tentarão passar na mesma faixa em que você está, mesmo não havendo espaço para fazer isso em segurança. Você pode se desequilibrar e cair só com o susto, sem falar no perigo de um esmagamento. O Código de Trânsito obriga os motoristas a passarem a 1,5m de você, mas muitos motoristas não sabem disso ou não entendem a importância e o motivo do 1,5m).
Ande mais ou menos na linha de um terço da pista, assim não fica tão antipático quanto ocupar a pista toda. Você terá espaço para desviar de buracos sem ter que ir mais para a esquerda e os carros terão que esperar até haver espaço suficiente para ultrapassar pela outra faixa. E, mesmo que algum motorista apressado tente forçar passagem, você terá um respiro para fugir para a direita sem ter que se jogar na calçada.
Mas seja compreensivo com os motoristas: quando você passar por um caminho de tamanho considerável onde não houver carros parados, use a área de estacionamento para desafogar a fila de carros atrás de você. Assim, aquele motorista que está aguardando há alguns minutos sem conseguir te passar poderá ir embora antes de ficar nervoso. Apesar de você estar no seu direito, muitos motoristas não vêem dessa forma e se irritam com sua presença, esquecendo que a rua é de todos e não apenas dos carros. Mas tome muito cuidado ao retornar à faixa de rolamento: sinalize, aguarde um momento seguro e entre. Se for preciso, pare e espere todos os carros passarem antes de voltar a ocupar a faixa.
7-Sinalize sempre
É muito importante que os motoristas possam prever sua trajetória, por isso sempre sinalize o que pretende fazer, com sinais de mão. Peça passagem, dê passagem, sinalize que o motorista pode passar quando você decidir esperá-lo, avise quando você for precisar entrar na sua frente (e espere para ver se ele vai parar mesmo).Sinalize com a mão esquerda em 90º quando for virar à esquerda e com a mão direita quando for virar à direita. Agiar ligeiramente a mão torna o sinal mais visível. Quando for continuar em frente em um local onde muitos carros viram à direita, sinalize com a mão em 45º, pedindo para aguardar, como a Renata Falzoni faz nessa foto. E sempre veja se o motorista vai mesmo te esperar!
8-Educação é uma via de mão dupla
Motoristas são bem susceptíveis a abordagens educadas. Quantas vezes
já não vimos um motorista, que está se posicionando para não deixar
outro entrar na sua frente, ceder a vez quando o primeiro faz um simples
sinal com a mão? Pois esse sinal de mão, acompanhado de um sorriso
e seguido de um agradecimento, faz milagres.Um ciclista educado é melhor recebido nas ruas. É importante também sempre agradecer quando alguém aguardar ou der passagem, porque isso criará simpatia no motorista, ajudando a vê-lo como uma pessoa e não como um entrave ao seu deslocamento, um atraso a mais em sua pressa.
Com boas maneiras no trânsito você acaba ajudando a todos nós.
9-Prefira ciclovias e ruas calmas
Ciclovias e ciclofaixas protegem vidas, pelo simples fato de separar os ciclistas do trânsito dos demais veículos. O cuidado que se deve tomar nesse caso é principalmente nos cruzamentos, esquinas e conversões, onde os motoristas nem sempre dão a preferência ao ciclista (por sinal, prevista em lei). Mas qual a recomendação para quando não há ciclovia?Vias expressas, ou avenidas com muito fluxo e pouco espaço, só em último caso. Avenidas com várias pistas costumam ser viáveis, mas é sempre bom optar por ruas que sigam em paralelo a elas, principalmente quando você estiver começando a se aventurar no trânsito.
Em horários de pico pode ficar mais difícil andar nas avenidas. Há pouco espaço sobrando, obrigando o ciclista a usar o corredor, e sempre há alguns motociclistas impacientes. Para piorar, quando o trânsito anda 100 metros os motoristas tentam recuperar todo o atraso nesses poucos segundos, buzinando e acelerando atrás do ciclista como se fosse ele o responsável pelo congestionamento.
A escolha da rota é um item importante de segurança. Procure ruas menores, que os carros evitam por precisar parar a cada esquina em razão de lombadas, valetas ou muitos semáforos. Não pense no trajeto como se estivesse de carro: o que é ruim para os motoristas costuma ser bom para os ciclistas.
Como regra, se você estiver com medo de pedalar em certa avenida, melhor não fazê-lo, mesmo porque se você estiver muito inseguro pode cometer algum erro ou até perder o equilíbrio devido à tensão. Avenidas onde o fluxo de carros segue a uma velocidade alta mesmo na pista da direita são desaconselháveis, fuja de lugares assim. Ruas menores são mais seguras e muito mais agradáveis, mesmo que com isso o percurso aumente um pouco.
Apesar de tudo isso, sabemos que nem sempre há vias alternativas, ou que a escolha de outro caminho implica num aumento enorme de percurso, incluindo nele várias subidas.
10-Calçada é para peões
Se precisar passar pela calçada ou atravessar na faixa de peões, o código de trânsito manda desmontar da bicicleta, como os motociclistas fazem. E essa lei não é apenas uma regra arbitrária feita por quem nunca andou de bicicleta: há motivos suficientes para não usar a calçada.Os peões que estão de costas para você podem dar um passo para o lado sem te ver chegar. Um carro pode sair de dentro de uma garagem de prédio e te acertar em cheio, ou aparecer na sua frente de um modo que você não consiga desviar – e o errado (e ferido) vai ser você.
Mais um bom motivo para não andar na calçada? Uma criança pode aparecer correndo de dentro de alguma casa. Já pensou ter na consciência o atropelamento de uma criança de três anos?
Melhor não correr esse risco.
Tente circular sempre na via. Se precisar passar pela calçada, desmonte e vire peão.
fonte: http://vadebike.org/2004/09/dicas-para-o-ciclista-urbano/
novas regras para melhorar segurança
A Comissão Europeia quer melhorar a segurança dos motociclos de categoria L, propondo, nomeadamente, que os faróis se acendam automaticamente para aumentar a visibilidade, refere a Lusa.
A categoria L inclui motocicletas e motociclos, bem como veículos todo-o-terreno («quads») e outros pequenos veículos de três ou quatro rodas, como os micro carros.
O regulamento proposto esta segunda-feira por Bruxelas prevê ainda que passe a ser obrigatório um sistema de anti-bloqueio de rodas para os veículos de média e alta cilindrada, enquanto que o dispositivo que acende automaticamente os faróis abrangerá todos os motociclos.
As medidas hoje propostas são ainda alargadas aos motociclos híbridos recarregáveis ou completamente eléctricos e deverão entrar em vigor em Janeiro de 2013, depois de aprovadas pelo Conselho e Parlamento Europeu.
Segundo dados de Bruxelas, em 2008 morreram 5.520 motociclistas em acidentes rodoviários, número que se tem mantido estável desde então, ao contrário do verificado nos outros veículos, em que a percentagem de mortes tem baixado progressivamente.
fonte: tvi
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Com a chegada a Primavera/Verão começa a chegar a vontade de andar de moto.
A loja das motos não deixou passar essa vontade, ajudando ainda mais a promover o gosto de andar de moto.
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